Glosario ilustrado de términos


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Comunidades sustentáveis

by Administrador Formacion Redeamerica - Tuesday, 10 July 2018, 10:37 PM
 

Uma comunidade sustentável é aquela que constrói democraticamente seu território, buscando um equilíbrio entre os aspectos econômicos, ambientais, sociais, institucionais e humanos, com uma perspectiva de igualdade a longo prazo. 

Fonte: Villar, Rodrigo (2016). Las comunidades sostenibles. Profundizando sobre el sentido y el proceso.

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Construção de capacidades

by Administrador Formacion Redeamerica - Tuesday, 10 July 2018, 10:37 PM
 

A construção de capacidades estrutura-se por meio de um processo de acompanhamento, o qual normalmente transcorre ao longo do desenvolvimento de iniciativas.

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Construção de capacidades coletivas

by Administrador Formacion Redeamerica - Tuesday, 10 July 2018, 10:37 PM
 

A RedEAmérica apresenta a construção de capacidades coletivas como um dos resultados essenciais das iniciativas de promoção de comunidades sustentáveis. As capacidades coletivas referem-se ao conjunto de habilidades, destrezas e conhecimentos requeridos para que os atores de um território possam projetar, implementar e avaliar conjuntamente planos com perspectiva territorial que se orientem ao desenvolvimento sustentável da comunidade. 

Estas capacidades podem ser subdivididas nas seguintes variáveis. 

  • Planejamento, acompanhamento e avaliação colaborativa. É a capacidade para que os atores de um território (incluindo as OB) possam utilizar informação sobre o território; identificar os principais desafios; estabelecer prioridades e metas partilhadas; formular planos, programas e projetos; e identificar indicadores comuns para realizar conjuntamente o acompanhamento dos avanços e das dificuldades do desenvolvimento no território, e retroalimentar continuamente o processo de implementação das iniciativas.
  • Antecipação e adaptação à mudança. É a habilidade dos atores do território (incluindo as OB) de analisar criticamente as mudanças mais relevantes que estão ocorrendo no contexto e nos territórios onde atuam; utilizar evidências para analisar as oportunidades e os desafios relacionados diretamente com a promoção de comunidades sustentáveis; avaliar os pontes fortes e fracos dos atores para enfrentar novos desafios, definir as ações pertinentes para ajustar as estratégias a ser seguida e renovar o repertório de ferramentas e propostas para enfrentar os desafios. 

  • Cooperação e negociação. É a capacidade dos atores do território (incluindo as OB) de construir acordos de forma participativa e resolver os conflitos. Esta capacidade inclui as habilidades para projetar planos e acompanhá-los de forma colaborativa, bem como as competências para coordenar ações durante a implementação e administrar recursos financeiros em torno das metas acordadas nas iniciativas. 
  • Gestão empresarial. É o conjunto de capacidades necessárias para promover territórios competitivos. Entre estas habilidades encontram-se as que são necessárias para analisar os mercados, inovar produtos, identificar os fatores chaves para produzir e comercializar em condições favoráveis, oferecer serviços pertinentes para os produtores e promover o acesso ao emprego local. Este tipo de capacidades são centrais para o desenvolvimento econômico de uma comunidade sustentável. 
Ver: Resultados do processo de promoção de Comunidades Sustentáveis (Villar, 2017)
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Construcción de capacidades

by Administrador Formacion Redeamerica - Tuesday, 16 January 2018, 7:36 AM
 

La construcción de capacidades se estructura a través de un proceso de acompañamiento, que normalmente transcurre a lo largo del desarrollo de iniciativas. 

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Construcción de capacidades colectivas

by Administrador Formacion Redeamerica - Tuesday, 30 January 2018, 2:19 AM
 

RedEAmérica plantea la construcción de capacidades colectivas como uno de los resultados esenciales de las iniciativas de promoción de comunidades sostenibles. Las capacidades colectivas se refieren al conjunto de habilidades, destrezas y conocimientos que se requieren para que los actores de un territorio pueden diseñar, implementar y evaluar conjuntamente, planes con perspectiva territorial que se orienten al desarrollo sostenible de la comunidad. 

Estas capacidades pueden ser subdivididas en las siguientes variables. 

  • Planeación, seguimiento y evaluación colaborativa. Es la capacidad para que los actores de un territorio (incluidas las OB) puedan utilizar información sobre el territorio; identificar los principales desafíos; establecer prioridades y metas compartidas; formular planes, programas y proyectos; e identificar indicadores comunes para realizar conjuntamente el seguimiento de los avances y dificultades del desarrollo en el territorio y retroalimentar continuamente el proceso de implementación de las iniciativas. 
  • Anticipación y adaptación al cambio. Es la habilidad de los actores del territorio (incluidas las OB) de analizar críticamente los cambios más relevantes que están ocurriendo en el contexto y en los territorios donde actúan; utilizar evidencias para analizar las oportunidades y desafíos que tienen relación directa con la promoción de comunidades sostenibles; evaluar las fortalezas y debilidades de los actores para hacer frente a los nuevos desafíos, definir las acciones pertinentes para ajustar las estrategias a seguir y renovar el repertorio de herramientas y propuestas para enfrentar los desafíos. 

  • Cooperación y negociación. Es la capacidad de los actores del territorio (incluidas las OB) para construir acuerdos de forma participativa y resolver los conflictos dialogando. Esta capacidad incluye las habilidades para diseñar planes y hacer seguimiento a los mismos de forma colaborativa, así como las competencias para coordinar acciones durante la implementación 
y gestionar recursos financieros y no financieros en torno a las metas acordadas en las iniciativas. 
  • Gestión empresarial. Son el conjunto de capacidades necesarias para promover territorios competitivos. Entre estas habilidades se encuentran aquellas necesarias para analizar los mercados, innovar productos, identificar los factores claves para producir y comercializar en condiciones favorables, ofrecer servicios pertinentes para los productores y promover el acceso al empleo local. Este tipo de capacidades son centrales para el desarrollo económico de una comunidad sustentable. 

Ver: Resultados del proceso de promoción de Comunidades Sostenibles (Villar, 2017)

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Contexto competitivo

by Administrador Formacion Redeamerica - Wednesday, 11 July 2018, 12:15 AM
 

Dicen Gutiérrez y Villar (2017, p.8) que entender el contexto competitivo significa tener en cuenta tanto los vínculos de "adentro hacia fuera" (impactos sociales y ambientales, positivos o negativos, de las actividades de la cadena de valor de la empresa), como los vínculos de "afuera hacia adentro" (cantidad y calidad de los insumos disponibles, tamaño y sofisticación de la demanda local, disponibilidad local de industrias de apoyo, rivalidad y legislación que la rige, e influencias institucionales).

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Convertir en oportunidades de negocio esa interdependencia entre empresas y sociedad es aquello a lo que Porter y Kramer (2006, p.7) aluden con la idea del valor compartido: “las alternativas escogidas deben beneficiar a ambos lados (empresa y sociedad). Si una empresa o una sociedad sigue políticas que benefician a un solo lado a expensas del otro, se encontrará en una senda peligrosa. La ganancia temporal de una socavará la prosperidad a largo plazo de ambas”.


Ejemplos de contexto competitivo

Ver la línea de productos EKOS (Natura, 2014) donde Natura fortalece su relación con su contexto competitivo.

En el informe de Michael Porter y Mark Kramer (2006) Strategy & Society - The Link between Competitive Advange and Corporate Social Responsibility se presenta cómo se puede analizar la interdependencia entre una empresa y la sociedad usando las herramientas para analizar el posicionamiento competitivo y desarrollar su estrategia de negocio (pp. 8 y 9) y se presenta el ejemplo del Distrito de la leche de Nestlé como una estrategia para integrar las prácticas de la compañía con su contexto (p.12) 


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Gutiérrez e Villar (2017, p.8) dizem que entender o contexto competitivo significa considerar tanto os vínculos de "dentro para fora" (impactos sociais e ambientais, positivos ou negativos, das atividades da cadeia de valor da empresa), quanto os vínculos de "fora para dentro" (quantidade e qualidade dos insumos disponíveis, tamanho e sofisticação da demanda local, disponibilidade local de industrias de apoio, rivalidade e legislação que a rege, e influências institucionais).


Transformar essa interdependência entre empresas e sociedade em oportunidades de negócio é o que Porter e Kramer (2006, p.7) querem dizer com a ideia de valor partilhado: “as alternativas escolhidas devem beneficiar ambos os lados (empresa e sociedade). Se uma empresa ou uma sociedade segue políticas que beneficiam somente um lado em detrimento de outro, estará em um caminho perigoso. O lucro temporário de uma comprometerá a prosperidade a longo prazo de ambas”.

Exemplos de contexto competitivo

Ver a linha de produtos EKOS (Natura, 2014), pela qual a Natura fortalece sua relação com seu contexto competitivo.

O relatório de Michael Porter e Mark Kramer (2006) Strategy & Society - The Link between Competitive Advange and Corporate Social Responsibility mostra-se como analisar a interdependência entre uma empresa e a sociedade utilizando ferramentas para analisar o posicionamento competitivo e desenvolver sua estratégia de negócio (pp. 8 y 9), e também apresenta o exemplo do Distrito do leite da Nestlé como uma estratégia para integrar as práticas da companhia com seu contexto (p.12). 


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Desarrollo de base

by Administrador Formacion Redeamerica - Tuesday, 16 January 2018, 7:34 AM
 

Para RedEAmérica, el desarrollo de base se define como la capacidad colectiva de las organizaciones comunitarias  para poner en movimiento por sí mismas los recursos humanos, físicos y económicos disponibles en ellas y en su entorno, definir sus necesidades, identificar las alternativas de acción más viables para la superación de sus problemas, e identificar, formular, ejecutar y evaluar planes, programas y proyectos de desarrollo, cooperar con otros actores e incidir en la agenda pública.   

En este enfoque, se busca incrementar las capacidades de acción colectiva de los ciudadanos en condiciones de pobreza y exclusión para que efectivamente puedan construir ciudadanía, establecer sus preferencias sociales, diseñar sus proyectos, participar en los espacios públicos de concertación y definir las formas más adecuadas de vinculación con otras organizaciones e instituciones para la solución de los problemas sociales.

"Se puede decir que una entidad está orientando sus programas de desarrollo comunitario en perspectiva de DB si:

    1. Apoya, promueve, acompaña y financia el desarrollo de proyectos colectivos elaborados por la comunidad a través de sus organizaciones de base.
    2. Promueve el fortalecimiento de las capacidades colectivas de las comunidades y de sus organizaciones a través de los proyectos. 
    3. Se orienta a que el control de los proyectos esté en manos de las organizaciones de base y sus aliados.
    4. Promueve la corresponsabilidad entre los diferentes actores vinculados a los proyectos.
    5. Busca ampliar los vínculos de las organizaciones de base con otros actores y expandir la participación de los ciudadanos de bajos recursos en la vida pública a partir del encadenamiento de intervenciones a nivel micro (dentro de las organizaciones), meso (entre organizaciones de base con otras organizaciones) y macro (de organizaciones de base actuando con otras organizaciones y los gobiernos locales en el espacio público). 

Una entidad no orienta sus acciones en la perspectiva del DB cuando: 

    1. La entidad o algún externo a la comunidad, define los proyectos sin participación de las organizaciones de base.
    2. Los proyectos se orientan solamente a la satisfacción directa de las necesidades y no contribuye a la generación de capacidades colectivas.
    3. El control de los proyectos y la administración de los recursos dedicados a cada proyecto no está en manos de las organizaciones de base.
    4. Los proyectos que apoyan no fortalecen ni a las organizaciones ni a la acción colectiva. 
    5. Genera dependencia, pasividad y paternalismo en el curso de los proyectos." (Rodrigo Villar, 2009, pp.10 y 11)  
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Desarrollo sostenible

by Administrador Formacion Redeamerica - Wednesday, 13 December 2017, 5:16 AM
 

El desarrollo sostenible es la satisfacción de las necesidades de la generación presente sin comprometer la capacidad de las generaciones futuras para satisfacer sus propias necesidades.

Fuente: Informe “Nuestro futuro Común” de la Comisión Mundial para el Medio Ambiente y el Desarrollo de la ONU (Comisión Brundtland). Naciones Unidas, Nueva York, 1987.

Más información en: Desarrollo sostenible


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Desenvolvimento de base

by Administrador Formacion Redeamerica - Tuesday, 10 July 2018, 10:37 PM
 

Para a RedEAmérica, a definição de desenvolvimento de base é a capacidade coletiva das organizações comunitárias de movimentar por si sós os recursos humanos, físicos e econômicos disponíveis nelas e em seu entorno, de definir suas necessidades, identificar as alternativas de ação mais viáveis para a superação de seus problemas, e identificar, formular, executar e avaliar planos e projetos de desenvolvimento, cooperar com outros atores e incidir na agenda pública.   

Com este enfoque, busca-se aumentar as capacidades de ação coletiva dos cidadãos em condições de pobreza e exclusão, para que efetivamente possam construir cidadania, estabelecer suas preferências sociais, elaborar seus projetos, participar dos espaços públicos de concertação e definir as formas mais adequadas de vinculação com outras organizações e instituições para a solução dos problemas sociais.

"Pode-se dizer que uma entidade orienta seus programas de desenvolvimento comunitário com a perspectiva de DB se:

  1. Apoia, promove, acompanha e financia o desenvolvimento de projetos coletivos elaborados pela comunidade por meio de suas organizações de base.
  2. Promove o fortalecimento das capacidades coletivas das comunidades e de suas organizações por meio dos projetos. 
  3. Busca fazer com que o controle dos projetos esteja nas mãos das organizações de base e seus aliados.
  4. Promove a corresponsabilidade entre os diferentes atores vinculados aos projetos.
  5. Busca ampliar os vínculos das organizações de base com outros atores e expandir a participação dos cidadãos de baixa renda na vida pública a partir do encadeamento de intervenções a nível micro (dentro das organizações), meso (entre organizações de base com outras organizações) e macro (de organizações de base atuando com outras organizações e com os governos locais no espaço público). 

Uma entidade não orienta suas ações com a perspectiva de DB quando: 

  1. A entidade ou algum ente externo à comunidade define os projetos sem a participação das organizações de base.
  2. Os projetos estão orientados somente para a satisfação direta das necessidades e não contribui para a geração de capacidades coletivas.
  3. O controle dos projetos e a administração dos recursos dedicados a cada projeto não está nas mãos das organizações de base.
  4. Os projetos que apoiam não fortalecem nem as organizações nem a ação coletiva. 
  5. Gera dependência, passividade e paternalismo no transcurso dos projetos" (Rodrigo Villar, 2009, pp.10 e 11).
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Desenvolvimento sustentável

by Administrador Formacion Redeamerica - Tuesday, 10 July 2018, 10:37 PM
 

O desenvolvimento sustentável é a satisfação das necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades.

Fonte: Informe “Nuestro futuro Común” da Comissão Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU (Comissão Brundtland). Nações Unidas, Nova York, 1987.

Mais informação emn:  HYPERLINK "http://www.un.org/es/ga/president/65/issues/sustdev.shtml"


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